Mãe praticava sex@ oral com próprio filho, é presa e feministas ficam caladas

Mulher ainda gravava vídeos mostrando todo o crime. Ela diz que era obrigada pelo marido.

Nesta segunda-feira, 25, uma mulher de 29 anos acabou sendo presa na cidade de São José dos Pinhais, em Curitiba, no Paraná. Ela é acusada de abusar sexualmente do próprio filho, e apenas um ano e nove meses. A prisão foi confirmada pelo portal de notícias R7. De acordo com a delegada que investiga o caso, Tathiana Guzello, um caminhoneiro, que seria o padrasto do menino, também foi preso. Ele é acusado de incentivar a mãe da criança a realizar os atos libidinosos. A mulher gravava até vídeos com o momento em que realizava atos sexuais. Em alguns deles, a mãe fazia sexo oral no próprio filho.

A delegada diz ainda que os tutores da criança também masturbavam o bebê. Durante a investigação, que durou cerca de nove meses, até mesmo membros do menino eram utilizados durante as sessões sexuais, que se configuram em pedofilia. Curiosamente, movimentos feministas não se pronunciaram pelo abuso cometido pela mulher. Ela confessou o #Crime. De acordo com o R7, a dona de casa disse que era obrigada pelo marido a abusar do próprio filho. Ela, que não teve o nome identificado, revelou que sofria abusos físicos e psicológicos caso não realizasse os atos. 



A delegada informou que a mulher disse que quando não aceitava fazer sexo oral com o filho levava surras. Ela teria mostrado as lesões corporais aos policiais. No entanto, a Polícia diz que a brutalidade contra a criança ocorreu por pelo menos nove meses e que os ataques contra a mulher não seriam por si só justificativas para outro crime. "Isso considerando as imagens que foram registradas, que foram 43. Eu fico imaginando quantas mais foram realizadas sem serem registradas", disse ela.
Acusações graves

De acordo com a delegada, por conta das provas, a prisão preventiva do casal foi solicitada. Eles foram acusados por estupro de vulnerável. Além disso, pelo fato da criança ser filha do casal, acabou sendo considerado que houve um agravante. O caminhoneiro ainda precisará responder por rufianismo, que é obrigar uma mulher a se prostituir.

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